Protocolo governamental
Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas — Diabete Melito Tipo 2
Ministério da Saúde (Brasil)
Data: 24/02/2026 — Atualizado em 24/02/2026.
Protocolo para diabetes tipo 2, atualizado em 24/02/2026.
Brasil · Sistema Único de Saúde
No SUS, o acompanhamento contínuo do diabetes costuma começar na Unidade Básica de Saúde (UBS), com equipes de saúde da família. A partir dela podem ocorrer encaminhamentos a especialistas, conforme a necessidade avaliada.
Vale perguntar na sua unidade: como funciona o acompanhamento, como agendar retornos, quais exames são feitos ali e como acessar insumos e medicamentos previstos para o seu caso.
Os PCDT são documentos do Ministério da Saúde que orientam o cuidado no SUS. Os protocolos de DM1 e DM2 são documentos distintos, com datas diferentes.
Protocolo governamental
Ministério da Saúde (Brasil)
Data: 24/02/2026 — Atualizado em 24/02/2026.
Protocolo para diabetes tipo 2, atualizado em 24/02/2026.
Protocolo governamental
Ministério da Saúde (Brasil)
Data: 12/11/2019 — Portaria Conjunta nº 17, de 12/11/2019 — anterior ao PCDT de DM2 de 2026.
Protocolo para diabetes tipo 1 (Portaria Conjunta nº 17, de 12/11/2019). É anterior ao PCDT de DM2 de 2026.
Portal institucional
Ministério da Saúde (Brasil)
Data: conferir no documento oficial
Página da Conitec com os PCDT e suas atualizações.
Portal institucional
Ministério da Saúde (Brasil)
Data: conferir no documento oficial
Lista oficial de todos os PCDT publicados pelo Ministério da Saúde.
Portal institucional
Ministério da Saúde (Brasil)
Data: conferir no documento oficial
A Conitec avalia a incorporação de tecnologias ao SUS. Decisões e consultas públicas são publicadas no portal.
Em emergência, o SAMU atende pelo 192. Saiba quando procurar ajuda
Informações educativas baseadas em fontes indicadas. Não substituem diagnóstico, atendimento ou orientação de profissionais de saúde. Em emergências, busque atendimento imediato. Brasil: SAMU 192.
Seus direitos
O Sistema Único de Saúde oferece cuidado contínuo para pessoas com diabetes. Saber como a rede funciona ajuda a usá-la melhor.
A Unidade Básica de Saúde (UBS) ou a equipe de Saúde da Família do seu bairro é onde o acompanhamento começa: consultas, pedidos de exames, renovação de receitas e encaminhamentos para especialistas quando necessário.
Leve documento, cartão do SUS e, se tiver, exames e receitas anteriores.
O Ministério da Saúde publica Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas para diabetes tipo 1 e tipo 2. Eles definem quais exames, medicamentos e insumos o SUS oferece e em que situações. Novas tecnologias passam antes pela avaliação da Conitec.
Os protocolos são públicos: você pode ler e levar dúvidas à sua equipe.
Parte dos medicamentos para diabetes pode ser retirada gratuitamente em farmácias credenciadas do programa Farmácia Popular, com receita válida e documento. Fitas, lancetas e outros insumos costumam ser organizados pela rede municipal — pergunte na sua UBS como funciona onde você mora.
Falta de medicamento ou demora em encaminhamento acontece. Registre o pedido, pergunte por alternativas na própria unidade e, se necessário, procure a ouvidoria do SUS (Disque Saúde 136) ou a ouvidoria do seu município.
Para situações graves, a rede de urgência atende por meio do SAMU 192, das UPAs e dos prontos-socorros. A UBS é para o acompanhamento de rotina.
Referências: Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas — Diabete Melito Tipo 1 · Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas — Diabete Melito Tipo 2 · Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (lista oficial) · Conitec — Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS
02 — O diabetes em números
Cada ponto rosa é uma pessoa em cada nove adultos. Os números são estimativas do IDF Diabetes Atlas para 2024 — servem para entender o tamanho do desafio, não para assustar.
Cerca de 589 milhões de pessoas de 20 a 79 anos, em 2024.
Aproximadamente 252 milhões de adultos com diabetes ainda sem diagnóstico.
Um aumento estimado de cerca de 45% em relação a 2024, se nada mudar.
O peso do diabetes recai mais sobre quem tem menos acesso a cuidado.
Cerca de 23 milhões de nascidos vivos; a maioria ligada ao diabetes gestacional.
Pessoas com menos de 20 anos vivendo com diabetes tipo 1.
Cerca de 635 milhões — um estado de risco, não um diagnóstico de diabetes.
Cerca de 12% de todo o gasto mundial em saúde é dedicado ao diabetes.
Informação educativa, não substitui avaliação profissional.